Com a aproximação do fim de ano, apresentações e exposições estão programadas. O Abrindo Horizontes oferece oficinas de artes, música, capoeira, dança de rua, informática, teatro, fotografia, ludoterapia, despertam o talento, a auto-estima e a reintegração progressiva na comunidade de acordo com as capacidades de cada um. Os alunos também participam de visitações.
“Recentemente, levamos os meninos na 6ª Bienal do Mercosul, no Essa POA é Boa, e na exposição No Ar – 50 Anos da RBS. Depois das visitas, eles e os oficineiros escrevem depoimentos com suas impressões sobre o passeio”, conta Loreta Napp.
No depoimento de um dos meninos, ele dizia ter gostado muito da visita à exposição da RBS, e que esse tipo de atividade tornava o aluno mais inteligente. Para ser professor, a qualificação, a indicação e o ‘gostar do que faz’ são essenciais. As oficinas do projeto têm início às 14h.
Oficina de Artes – Ana Nunes
“Foi a primeira oficina do Projeto Abrindo Horizontes. Nós estamos terminando alguns trabalhos e desenhos para expor”, revela a oficineira Ana Terezinha da Silva Nunes. Os alunos têm liberdade para dar asas à imaginação através do desenho.
04/12 – Exposição de bonecas, pintura com terra e papel, no Centro CEEE Érico Veríssimo.
Oficina de Flauta - Paulo Rodrigues
Em círculo, os alunos prestam atenção ao ritmo do violão, embalado pelo professor, e acompanham com a melodia das flautas. Aos poucos, o som das primeiras notas aparece e forma a música Sinos de Belém.
25/11 – Apresentação de flauta e violão, na Redenção.
Oficina de Artes II – Leonor
Com música ambiente, ao som de um pequeno rádio, e a mesma atmosfera de uma grande família, cada aluno é livre para criar o que quiser, usando o material que mais gostar. Pintura com tinta guache, recorte de retalhos, molduras. “Nem os monitores ficam de fora, todos ajudam como numa grande família”, diz a oficineira Leonor Ceroni Pereira.
05/12 – Exposição dos trabalhos, no 3º andar da CCMQ.
Oficina de Capoeira – Sérgio Gubes
Com o som ligado, os alunos ensaiam a apresentação para a formatura que acontece anualmente. Época de festividades. Entre todas as oficinas do projeto, é a turma mais cheia e também a mais animada.
Oficina de Origami e Xadrex – Hermógenes Júnior
Oficina de Violão e Criação de Instrumentos Alternativos – Marcos Moura
Hora do Lanche
Às 15h, encerram-se as atividades para a hora do lanche, um achocolatado em caixinha e um pacote de bolacha, sempre abertos antes da entrega pelo responsável. Na recepção da Casa, o monitor Carlos Henrique Deneke Filho serve um a um, através de uma fila. Todos têm uma ficha de cadastro para maior controle do projeto.
Durante a época do Natal e em outras datas festivas, as crianças ganham um lanche diferente do habitual. Neste ano, por exemplo, para a comemoração natalina já está confirmada a doação de um grande bolo e de totosinho.
“Entrei aqui (no projeto) no ano passado. Participo de todas as oficinas, menos a de Hip Hop que é de manhã”, conta Gérson, um dos alunos e ganhador de medalha durante campeonato de xadrez da AABB.
[...] Ensinamentos para a vida [...]
Por: Cultura Social « Blog ‘Mode On’ em Novembro 30, 2007
às 11:14 pm