Sem patrocínio, a Cinemateca, responsável pelas salas Paulo Amorim, Eduardo Hirtz e Norberto Lubisco, dá a volta por cima e mantém abertas as portas dos cinemas.
Em 1996, o Unibanco patrocinava a exibição de filmes. Em 2006, a perda do patrocínio coincidiu com a entrada do novo governo estadual. As portas do cinema quase fecharam. Hoje a administração é da Associação de Amigos e do Banrisul, através do projeto Nosso Banco, Nossa Casa. O programador da Cinemateca, Luiz Carlos Pighini, admite que a renda das bilheterias era boa, mas não o suficiente para se manter.
“Nós ficamos seis meses sem patrocínio. Quando conseguimos o apoio do Banrisul, a verba ainda demorou a chegar, e as dívidas continuaram crescendo. Agora, o nosso débito é mais com encargos sociais”, conta Pighini.
Os funcionários, vinculados ao Estado, não podiam receber horas-extras, nem trabalhar nos domingos e feriados, quando o público do cinema é maior. A Associação de Amigos escolheu então, a contratação por meio da CLT.
Pighini destaca que as bilheterias de verão são as mais procuradas. Festivais, como a Mostra Internacional, prevista para fevereiro de 2008, integram a programação.
Fora de estação
Segundo informações do site da CCMQ, a Rádio Web estaria para voltar. Desativada; porém, André Vaccari, garante que há projetos para retomar. Ele destaca que a prioridade é com políticas para crianças, especialmente as carentes.
[...] Bastidores cinematográficos [...]
Por: CCMQ abre novo olhar para o balé clássico « Blog ‘Mode On’ em Novembro 23, 2007
às 11:38 pm